Resulta, portanto, uma aguardente que parece ter viajado um bocado, não achas? Uma acidez vibrante, herdada das uvas, contrasta com a requintada influência francesa do alambique charentais. Seis anos em cascos de carvalho limousino dão-lhe um toque amadeirado que, confesso, sugere que o produtor aprecia um bom whisky. Ideal para acompanhar queijos curados e um bom pastéis de nata, para equilibrar a intensidade.
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