Este vinho da Quinta da Bela Vista, aparentemente, é uma aula de paciência. Depois de uma desengace meticulosa e uma prensagem que, presumivelmente, não esmagou nem um único grão, o mosto lágrima embarca numa fermentação em tonéis de madeira – um mês, para ser exato. O toque final, com a adição de aguardente vínica e um fio de mosto lágrima, eleva o teor alcoólico e garante um pouco de açúcar residual. A promessa? Vários anos de envelhecimento em madeira, o que sugere que este vinho, com certeza, não se entrega fácil. Ideal para acompanhar queijos curados e, quem sabe, um bom presunto ibérico.
We use cookies for analytics to improve your experience. By continuing to use this site, you accept our use of cookies.