Este vinho do Douro, da casa do tal Rui Roboredo, parece ter sido feito para não incomodar. A vindima manual e o esmagamento imediato sugerem uma abordagem quase reverente com as uvas de Touriga Nacional e Aragonez. A fermentação a 24°C, acompanhada de macerações “controladas”, garante que a fruta vermelha – amoras e esteva, em particular – não se queira fugir. O resultado é um vinho suave, com taninos tão finos que quase não se sentem, e uma acidez que equilibra tudo de forma discreta. Dizem que está pronto para beber logo após o engarrafamento, o que, admito, é uma excelente notícia. Perfeito para acompanhar peito de pato ou uma posta de carne leve.
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