Este vinho do Alentejo, da Julian Reynolds Viticultura e Enologia, é fruto de uma atenção quase obsessiva aos detalhes. As uvas, colhidas à mão na Herdade de Cima, uma vinha com um terroir que certamente se nota, são então submetidas a um desengace total – que, aparentemente, não lhes incomodou nada. A fermentação em balseiros de carvalho francês Seguin Moreau, com temperatura sob rigoroso controlo, contribui para uma complexidade que, dizem, é apenas um começo. O estágio em barricas do mesmo carvalho durante 12 meses, assegura que o vinho mantém um equilíbrio delicado e, a par de tudo, é uma demonstração de que, por vezes, o excesso de zelo pode ser uma qualidade. Para harmonizar, sugiro um prato de carne de porco preto com purém de feijão branco.
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