Este Lagoalva, produto de uma tradição que remonta a 1888 – quando já a Quinta da Lagoalva impressionava o júri da Exibição Portuguesa de Indústria – é um testemunho da ousadia de Pedro Pinhão e Luís Paulino. O resultado? Um vinho de colheita tardia que, fiel aos seus métodos, resiste à estabilização, permitindo que um depósito natural floresça na garrafa. A combinação de castas – desde o Syrah robusto até ao Arinto e Fernão Pires – com o apoio de um “terroir” privilegiado, entrega um vinho complexo, onde o diálogo entre o “novo mundo” e tradições europeias se revela em cada gole. Perfeito para acompanhar peixes grelhados ou aves de carne branca.
Doce
Syrah, Sauvignon Blanc, Arinto, Castelão, Fernão Pires, Touriga Nacional, Riesling, Chardonnay, Alfrocheiro
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