Um Alvarinho que, aparentemente, decidiu fazer uma viagem ao Parque Natural do Douro Internacional, mais precisamente aos 500 metros de altitude do concelho de Freixo de Espada-à-Cinta. A fermentação, controlada com a precisão que se espera, deixou de lado a frieza das cubas de inox para passar seis meses em barricas francesas, onde as borras finas dançaram em harmonia. O resultado? Um vinho que promete uma experiência elegante e, sem dúvida, memorável, ideal para acompanhar peixes frescos grelhados ou um bom bacalhau à Brás.
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