Este Patrão Diogo Branco, oriundo da alma de Lisboa, é uma singela homenagem à tradição. Notas cítricas de limão e lima, herdadas do Alvarinho e da Arinto, dançam em harmonia com um toque de maçã verde. A acidez vibrante, característica do terroir da região, garante um frescor que convida a um bom prato de peixe branco grelhado ou uma bacalhau à Brás, é um acompanhamento perfeito. Um vinho simples, mas com a elegância que só os vinhos de Lisboa conseguem proporcionar.
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