Este Talhas, do Mestre Daniel Tareco Palhete, promete uma viagem pelo Alentejo, onde a rusticidade das castas autóctones encontra um terroir que, certamente, não se intimida com a passagem do tempo. A expressão de variedade que nos oferece é marcada por uma acidez vibrante e taninos generosos, típicos do Baga, mas com nuances de garnacha que lhe conferem complexidade. Uma prova que lembra os terroirs centenários da região, e que se presta, por exemplo, a um bom borrego preto. Um vinho com a alma do Alentejo.
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