Este Trincadeira das Pratas é um enigma matinal, colhido à hora mais fria do dia em solo granítico – quase como se as uvas tivessem acordado com o sol. A expressão aromática é um mergulho em cítricos, com um toque de ananás que sugere o frescor da montanha. O ataque é tenso, mas a textura é surpreendentemente macia, e a persistência é uma promessa cumprida, uma vez que o vinho deixa um rasto delicioso na boca. Um vinho que exige um bom peixe grelhado, talvez com alho e louro, para equilibrar a sua intensidade.
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