Este “Tyto Alba” do Tejo parece ter saído de um sonho medieval, com uma cor tinto que evoca o sangue de um cavaleiro. Os castas, certamente, trazem uma complexidade que desafia a banalidade do Douro, e a sua medalha de prata no Concurso do Vinho do Tejo confirma que alguém, pelo menos, percebeu o seu potencial. Ideal para acompanhar rojões ou um bom bacalhau à Brás – um clássico que o vinho, certamente, eleva a um novo patamar.
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