Este Vicentino, vindo direto da Costa Atlântica do Alentejo, é uma surpresa. A casta, conhecida pela sua capacidade de expressar o terruário, entrega um vinho com uma acidez vibrante, quase desafiador, que contrasta com a fruta madura e um toque salgado que evoca o mar. É um vinho que pede pratos de peixe fresco grelhado, especialmente acompanhado de umas batatas assadas com azeite e alho – uma combinação que, admito, parece quase demasiado boa para ser verdade. Ganhou, aliás, uma distinção no Decanter World Awards, o que sugere que o produtor não brinca com a seriedade de fazer vinhos de qualidade.
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